sábado, 5 de maio de 2012
quinta-feira, 3 de maio de 2012
quarta-feira, 2 de maio de 2012
EU
Existo mesmo, e com alguns anos vividos e livres, sou pela liberdade e o que de mais puro ela representa. Viver e deixar viver sem atropelos e acusações.
Só assim se pode ser livre. Só assim se consegue conquistar espaço para guardar a liberdade dos outros e deixar que vivam a felicidade que escolherem.
Porque a felicidade é como um lego, faz-se de peças de compreensão dia a dia.
Essa sou eu. E esta é a página aberta, a da minha vida, a única que aqui vos quero deixar, nada mais.
E que não se encha de espanto o vosso pensamento, nem se atemorize o vosso semblante, quando a mim vierdes pela leitura do que aqui anoto.
Gosto de escrever e ler o que penso e ouço pensar.
Se não me aborrece o falar, também não adormeço no ouvir.
Em ambos a companhia faz a diferença, e a diferença conquista-se pela amizade.
Deixo-vos o que escrevo. São anotações de silêncios nocturnos, algumas refeições que vos entrego.
Saboreai-as sem outros temperos, porque são minhas as palavras, as que enchem estes momentos.
E não olheis para as palavras do poeta somente, mas olhai para dentro de vós, se esta sou eu, ou se este eu, sois vós.
AM
Existo mesmo, e com alguns anos vividos e livres, sou pela liberdade e o que de mais puro ela representa. Viver e deixar viver sem atropelos e acusações.
Só assim se pode ser livre. Só assim se consegue conquistar espaço para guardar a liberdade dos outros e deixar que vivam a felicidade que escolherem.
Porque a felicidade é como um lego, faz-se de peças de compreensão dia a dia.
Essa sou eu. E esta é a página aberta, a da minha vida, a única que aqui vos quero deixar, nada mais.
E que não se encha de espanto o vosso pensamento, nem se atemorize o vosso semblante, quando a mim vierdes pela leitura do que aqui anoto.
Gosto de escrever e ler o que penso e ouço pensar.
Se não me aborrece o falar, também não adormeço no ouvir.
Em ambos a companhia faz a diferença, e a diferença conquista-se pela amizade.
Deixo-vos o que escrevo. São anotações de silêncios nocturnos, algumas refeições que vos entrego.
Saboreai-as sem outros temperos, porque são minhas as palavras, as que enchem estes momentos.
E não olheis para as palavras do poeta somente, mas olhai para dentro de vós, se esta sou eu, ou se este eu, sois vós.
AM
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